Como as habilidades de negociação impactam no seu resultado? Entenda!

As negociações são parte do dia a dia de todos os indivíduos, desde escolher com o parceiro um local para o lazer no fim de semana até verificar o que é necessário abandonar para atingir os objetivos desejados. No ambiente corporativo não é diferente, estamos negociando o tempo todo com os mais diversos tipos de pessoas, e desenvolver habilidades de negociação é uma característica que gera grande diferencial aos profissionais.

Saber negociar é, sobretudo, uma forma de garantir bons resultados. Uma negociação malfeita pode estragar toda a consolidação de uma empresa, por isso esse tema é tão relevante. Num mercado cada vez mais competitivo, promover tais habilidades é primordial para se manter firme. Pensando nisso, separamos, neste artigo, dicas valiosas para que você consiga aprimorar suas habilidades de negociação. Ficou interessado? Então siga a leitura do post e confira.

Prepare-se antes de iniciar uma negociação

Antes de iniciar uma negociação, a preparação é indispensável. Estude o que será negociado, pense em suas ofertas, imagine o que você tem possibilidades de abrir mão e no que você deve se tornar mais resistente. Treine em sua mente o que vai acontecer e, dessa forma, você se coloca mais preparado para ter o que falar e para tomar ações mais pautadas na lógica e na racionalidade.

Busque realizar negociações ganha-ganha

Existem três tipos de negociações. As perde-perde, quando os dois lados saem prejudicados em algum ponto nas decisões tomadas; as ganha-perde, quando apenas um lado sai vencedor e o outro lado é prejudicado e, por fim, as ganha-ganha, cujos ambos os lados saem vitoriosos em suas escolhas.

Logo, é muito importante buscar ter negociações ganha-ganha, dessa forma a sua relação com a outra empresa se faz de forma saudável e sem ressentimentos. Não é bom manter o clima de rivalidade nesses momentos. Se essa interação se fez necessária, significa que as duas corporações têm coisas a contribuir uma com a outra. Gerar um clima de cooperação mútua faz toda a diferença.

Não aceite a primeira proposta fornecida

Mesmo que pareça muito interessante, nunca aceite a primeira proposta fornecida. Busque dar sequência à conversa e veja se há possibilidades de surgirem propostas melhores. Apresente também as suas propostas e o motivo de ser interessante negociar com você de uma maneira mais elaborada.

Dessa forma, você ganha respeito e mostra que são necessárias ofertas mais elaboradas para que você se entregue. Essa dinâmica de desafios, quando posta de forma saudável e em prol de fazer crescer as duas organizações, é muito rica para que a tomada de decisões esteja atrelada a uma parceria.

Saiba ouvir a outra parte

Quando você entra em uma negociação, possivelmente a expectativa que você emprega para o resultado positivo costuma ser bem alta, correto? Por trás disso costumam ter diversas cobranças, uma possível promoção, caso obtenha sucesso, e inúmeras outras fontes motivadoras que geram o desejo de se empenhar e vencer.

Todavia, você já parou para pensar que a outra parte, certamente, também está regada dessas expectativas? Saber ter empatia com o indivíduo com o qual se está negociando é extremamente importante. Se ambos forem movidos somente pela emoção cega, as chances de se criarem conflitos e desavenças são muito grandes.

Conheça a história da outra pessoa, se pergunte o motivo dessa negociação ser também relevante para ela e apresente propostas que você acredite ser de fato fontes de crescimento para o outro. Ouça a outra parte e tome ações pautadas no respeito e na ética. Nenhum crescimento é válido se representar a decadência alheia. Estamos em uma sociedade competitiva, sim, porém podemos ver mais ascensão nas parcerias do que na separatividade.

Abra mão do seu ego

Em muitas ocasiões, em nome do ego, alguns negociantes acabam por perder grandes oportunidades só para fazer valer seu ponto de vista. Se for necessário abrir mão de algo, abra. Caso não seja possível, se mostre honesto e não reativo. Diga que de tal forma seria inviável e, em seguida, ofereça algo para balancear os desejos de ambos.

Reconheça que a outra parte também possui questões às quais precisa se manter irredutível e que é tolo esperar que eles se prejudiquem em prol da sua razão. Trabalhe para conseguir chegar o mais perto de um consenso possível. Com isso, você, além de não se complicar, também conquista a afeição daquele que está negociando com você.

Crie momentos de pausa nas negociações

Em diversos momentos, mesmo buscando agir com calma e racionalidade, os nervos ficam à flor da pele. Por isso, crie um momento de pausa quando você observar que ambos caíram em uma discussão em redemoinho, no qual ficam repetindo as mesmas coisas e ninguém chega a lugar nenhum.

Cinco minutos para lavar o rosto, tomar uma água e pensar um pouco melhor já são suficientes para criar uma maior lucidez nas relações. Dessa forma, é possível evitar ações por impulso ou por cansaço. Lembre-se de que gastar um tempo maior para tomar uma decisão pode ser uma grande economia de tempo futuro para solucionar problemas gerados por decisões equivocadas.

Arrisque se for preciso

A zona de conforto significa a decadência de qualquer instituição, porque ela representa acomodação e perda de energia criativa. Por isso, busque arriscar-se, porém de forma consciente. Conheça-se, conheça suas possibilidades e arrisque. Assim, além de sair do lugar-comum, você se abre a grandes oportunidades.

Muitas vezes uma proposta fornecida é criada de outro ângulo, e saber ter esse olhar multifocal para captar uma nova chance é um grande diferencial. Não tenha medo de realizar o imprevisível. Na maioria das vezes, é por meio desse tipo de ação que se consegue alavancar o potencial competitivo de uma empresa.

Como vimos, para desenvolver habilidades de negociação, é necessário ter empatia e ser racional. As emoções, quando postas de forma muito enfática, acabam atrapalhando mais do que auxiliando. Lembre-se de que tomar atitudes coerentes vai fazer com que você obtenha inúmeros resultados, além de ser visto como um aliado pelas pessoas que negociam com você. Afinal, você deixou claro que seu objetivo não é prejudicar o outro, mas tomar decisões que sejam proveitosas para ambos.

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